sexta-feira, 28 de julho de 2006

Adoro

Por que será que a gente
Sempre sente o fim?
Como se nunca mais fosse ver
Tudo aquilo de novo
Eu nem tive tempo de me despedir
Ela veio e me carregou
E todas aquelas coisas que sonhei e planejei
Ficaram suspensas no ar, como idéias estúpidas
Sem sentido nem objetivo
Me deixem ser uma criança boba em paz
Não preciso ser pisada a cada cinco minutos
Para me lembrar de que sou aquela mulher
Forte, persistente, fria a perder de vista
Da maneira que mais agrada a toda gente
Enfim
Minhas dores infinitas, por dentro e por fora
Quem é que vai me salvar de mim?"
(Erica da Rocha Martins)

4 comentários:

Anônimo disse...

Gi!!!
mto legal!!!
e vc nao ia postar alguma coisa que ia pra algum jornal?? (q vc falo pra gente no Joakins...)
bom...eh isso!!
Bjao!!!!!!!!!!
mtas saudades!!!!!! te amo!!!

Anônimo disse...

Uau!!!

Anônimo disse...

Sem contar q o "enfim" foi uma homenagem ao mestre Márcio...

Dona Giovanna, nem sabia que a senhora continua lendo minhas bobagens...humpft...mas vá lá,vindo da sua parte,eu sei que se trata de sensibilidade aguda e sinceridade a toda prova,por isso fico honrada em ver a assinatura do meu e-mail por aqui...

Je t'aime,mon petit beterrave...

Erica, a autora da poesia postada.

Anônimo disse...

Muuuuuuito bom, como td q a Erica escreve...

SOU FÃ!!!!

Bjos Giovanna e bjos Erica